domingo, 26 de abril de 2015

Hipótese A - comentário



Eu gostei muito deste poema porque demonstra- nos algo que existe na natureza e que é simplesmente belo por si só, estando facilmente ao dispor de todos.
Este poema transmite-nos uma sensação de paz pois a autora descreve o mar de uma forma maravilhosamente tranquila. O mar parece simplesmente um pedaço de água, umas vezes azul, outras vezes verde, mas, apesar de ser um espaço desértico, este é um espaço cheio de vida, onde as ondas nos podem encher os olhos de beleza, onde as luzes se refletem na água de forma paradisíaca e, também, o seu som. O sujeito poético transporta-nos para uma dimensão de tranquilidade difícil de alcançar em qualquer outro lugar.
 Às vezes, pergunto-me quanta água tem o mar? Será que há um grande tesouro para lá do fundo do mar? Eu sempre me convenci de que um dia iria saber tudo sobre o mar.
Para mim, o mar tem uma história mais interessante que a Terra. Afinal, ninguém sabe tudo sobre o mar!


Edward Heal



quarta-feira, 22 de abril de 2015

Comentário – Hipótese A




Fernando Pessoa nasceu a 13 de junho de 1888, em Lisboa. Foi um poeta, filósofo e escritor português. Morreu em Lisboa a 30 de novembro em 1935 com 47 anos.
O Poema “Há um tempo”, de Fernando Pessoa, para mim, fala basicamente sobre o crescimento do ser vivo e das suas mudanças. Fala, principalmente, sobre a mudança por que, num certo momento, todo o ser humano tem de passar. Quando deixamos a nossa vida de criança e vamos viver uma vida de adulto, uma vida em que somos independentes, temos responsabilidades a cumprir e deixamos a casa dos pais.
Nós estamos constantemente a crescer, a mudar, como quando fazemos  um novo corte de cabelo ou uma mudança de personalidade.
Se nós não nos permitirmos mudar, ficaremos sempre presos à ideia de sermos crianças, porque, mesmo não querendo, nós vamos mudar. O ser humano tem medo da mudança e a primeira faceta do medo é a negação. Sendo assim, nós demoramos a aceitar algo de novo, podendo até chegar ao ponto de a nossa mente aceitar que não vamos mudar nunca mais e, mesmo que o nosso corpo mude fisicamente, a nossa mente fica presa numa barreira que nós mesmos fizemos, sendo depois impossível tornarmo-nos pessoas independentes, com a capacidade de tomarmos as nossas próprias decisões e arcarmos com as consequências das mesmas de uma forma inteligente.

Filipa Machado

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Comentário - Hipótese B




         Eu gostei muito deste poema pois retrata algo com que podemos conviver todos os dias e admirar pela sua beldade, o mar. 
         Como este texto demonstra, a sua autora tem muitas vezes presentes nos seus poemas assuntos sobre a luz, o mar, o vento, a vegetação, a Terra, a natureza, pois, para ela, a natureza é um espaço primário ao contrário da cidade, que para si é um local negativo.
         Este poema transmitiu-me uma grande sensação de pureza e beleza e fez questionar-me sobre uma coisa: o que haverá para lá do mar? Que segredos ele esconde? Questões a que adoraria poder responder, mas infelizmente não consigo desvendar... Contento-me com o que sei sobre ele e aquilo que me faz sentir e ver.
         Como foi referido no poema, muitos navios navegam sobre o mar e descobrem coisas maravilhosas e muitos segredos sobre o mar. As ondas do mar dão uma sensação de vida e movimento e acabam o seu ”percurso” nas belas areias da praia para nós podermos ver a sua beldade.
         Há uma enorme variedade de seres que habitam este belo habitat a que chamamos água.


Beatriz Bargas

Comentário - Hipótese A




Fernando António Nogueira Pessoa (1888-1935, em Lisboa), mais conhecido por Fernando Pessoa, é considerado, paralelamente a  Luís Vaz de Camões, o maior poeta português e um dos maiores da literatura universal.
Este poema, apesar de ter sido escrito há tantos anos atrás, aborda um tema intemporal (adapta-se a qualquer pessoa que o leia).
O poema “Há um tempo” exprime uma necessidade de mudança, mudança essa que resulta do nosso crescimento (mudança de brincadeiras, mudança de roupas que já não usamos ou não gostamos pois mudamos a nossa forma de ser e estar no mundo. Deixamos de ser crianças que seguem conselhos e  passamos a ter a nossa forma pessoal de observar as situações e tomarmos as nossas decisões.)
O caminho que damos à nossa vida é pessoal. Apesar de termos a família, temos que seguir o nosso caminho sozinhos, tropeçar nos obstáculos que surgem ao longo do caminho, cair e saber erguer logo a seguir. Por vezes, alguém nos dá a mão, tal como quando somos crianças, mas, um dia, crescemos e caminhamos sozinhos.       
 Este poema, “Há um tempo”, de Fernando Pessoa transmitiu-me a ideia de que, se não ousarmos fazer as nossas escolhas, ficaremos para sempre “prisioneiros” das nossas famílias; seremos seres incapazes de decidir, escolher e principalmente crescer.

Catarina Veríssimo