sábado, 30 de maio de 2015

Há um tempo...



                             
Escolhi o texto A, um poema constituído por uma quintilha e uma quadra e nove versos soltos.
Este poema foi escrito por Fernando António Nogueira Pessoa, mais conhecido por Fernando Pessoa. Este poeta nasceu em 1888 e faleceu em 1935, em Lisboa, com 47 anos. É um dos melhores poetas da literatura Portuguesa.
Eu escolhi o texto A pois o tema é muito interessante e fala sobre algo que o ser humano teme aceitar: a  mudança.
Afinal de contas, o texto fala sobre mudar. Mudar o quê? Os nossos hábitos. O sujeito poético diz que, por vezes, temos que esquecer os nossos hábitos antigos, aqueles aos quais já estamos habituados… às vezes tão habituados, que tornam a nossa vida monótona e repetitiva…
O sujeito poético diz que  temos que arriscar e que, se optarmos por não o fazer e hesitarmos, podemos arrependermo-nos para o resto da vida.

Pedro Fonseca

sábado, 16 de maio de 2015

Há um tempo...



Fernando Pessoa nasceu a 13 de junho de 1888 em Lisboa e morreu na mesma cidade a 30 de novembro de 1935. Durante o seu tempo de vida (47anos) foi filósofo, escritor e poeta.
Para mim, este poema fala sobre a mudança em geral na nossa vida, um novo passo a dar, desde a coisa mais insignificante até à maior das decisões. Para esta mudança de que vos falo é preciso contar com o apoio de todos, especialmente dos nossos pais, mas também devemos ter iniciativa própria e querer seguir um novo rumo. Esta nova aventura pode ser uma mudança de trabalho, escolher a pessoa que queremos que esteja ao nosso lado, um novo desporto a conhecer, uma viagem ou até uma simples tatuagem.
Teremos que deixar de ser crianças e entrar na juventude, uma nova e importante fase da nossa vida. Será aqui que, se não partirmos para a aventura, se não abrirmos outros horizontes, se não alargarmos a nossa mente, iremos ficar para sempre uns ignorantes, tristes e envergonhados, a viver à custa dos pais…
Assim, já sabem, se querem dar um novo rumo à vossa vida, arrisquem e experimentem para haver a tal mudança que o sujeito poético fala.

Tomás Cunha

Hipótese B




Eu escolhi este poema porque é um poema muito bom.
Fala sobre o mar e tudo o que tenha a ver com mar. Tem uma estrutura em prosa e que rima, o que (na minha opinião) cativa a atenção das pessoas porque é como uma música e fica no ouvido.
O poema é constituído por uma estrofe com oito versos, tem rimas emparelhadas (AA; BB), rima solta ou branca (CDE) e rima interpolada (A...A).
Pode-se observar que neste poema há vários recursos expressivos: personificação, anáfora, aliteração, hipérbole.
Gosto muito deste poema porque fala no mar e, aliás, Portugal é conhecido pelos descobrimentos, que, sem o mar, não era possível realizar.

Rui Casacão



Mar



Eu escolhi o poema de Sophia de Mello Breyner Andresen porque admiro muito esta escritora e também porque fala sobre um lugar cheio de maravilhas, cheio de natureza, a praia.
 Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a  6 de novembro de 1919,  no Porto. Foi uma das mais importantes poetisas portuguesas do século XX e foi a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante prémio literário da língua portuguesa, o Prémio Camões.
Este poema é constituído por 8 versos e entre esses versos existem algumas rimas emparelhadas como por exemplo (Na luz oscilam os múltiplos navios/ Caminho ao longo dos oceanos frios).
Este poema fala sobre a praia. Neste poema o sujeito poético diz-nos que o mar é um longo espaço que esconde imensos segredos. Este poema transporta-nos para uma praia com os seus sons encantadores, o seu cheiro a maresia e uma bela vista com ondas de espuma branca e navios no horizonte, iluminados pelo pôr-do-sol que navegam pelas águas frias de um vasto oceano. Ao ler este poema, consigo facilmente colocar-me neste magnífico cenário que a autora descreve.

Tiago Fernandes

Hipótese A – Há um tempo



Escolhi este poema de Fernando Pessoa, escritor, poeta e filósofo lisboeta que morreu demsiado novo, com 47 anos, em 1935, na cidade onde nasceu, porque penso que retrata algo por que todos os humanos passam durante a vida, às vezes mais que uma vez: a mudança.
O poema diz-nos que, por vezes, quer queiramos ou não vamos ter de mudar. Passamos por mudanças durante toda a vida. De bebés para crianças, de crianças para adolescentes e de adolescentes para adultos, uma das fases que nos transforma mais, onde quem realmente somos vem à superfície.
A mudança ao ínicio pode parecer assutadora, mas recompensa sempre explorar novos caminhos, sermos abertos a novas ideias, aprender mais sobre algo de que tínhamos uma ideia errada…
Se nos recusarmos a fazê-la, podemos ficar à beira de descobrir a nossa verdadeira personalidade, sem encontrar novos gostos, sem conhecer novas pessoas…                                                  E, ao recusá-la, podemos ficar a vida toda sem saber quem realmente somos.
Esta foi a interpretação que tirei deste pequeno poema com apenas uma quintilha e uma quadra e nove versos soltos.
E, nestas poucas palavras de Fernando Pessoa, podemos ler algo por que vamos passar durante toda a nossa vida.

Vera Luna