sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A Lua de Joana, o livro




A Lua de Joana é um livro bastante conhecido de  Maria Teresa Maia Gonzalez. Já foram vendidos mais de 350 000 exemplares do livro, o que nos leva a crer que há muitas pessoas com curiosidade e vontade de o ler. É um  livro que nos  leva ao contacto com a realidade do mundo das drogas e o quanto isso prejudica a nossa saúde.
Após o que li, aprendi muito sobre as drogas e as suas consequências, no que isso nos transforma e aonde nos leva. 
No meu ponto de vista, e tal como o livro apresenta, aliás, acredito que a maioria das pessoas começa a consumir drogas devido a um mau estar na vida ou por estarem deprimidas ou por estarem fartas da vida que vivem e, por vezes, esse modo de estar faz com que tomem decisões que posteriormente as levam a sofrer consequências  graves.
Para concluir, o mundo das drogas leva-nos, de facto, a um mundo horrível! Se estiverem deprimidos ou numa fase menos boa da vossa vida, procurem alguém que vos possa ajudar a ultrapassar essa má fase. Não cometam erros de que mais tarde se possam arrepender porque, então, será tarde de mais!

Mariana Silva

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Crítica “Aquele estranho momento”




       
 

                                      
         O filme que eu escolhi para fazer esta crítica designa-se “Aquele estranho momento”.
          Esse filme foi apresentado nos cinemas, no dia 19 de março de 2014.
 “Aquele estranho momento” tem como protagonistas Zac Efron, ator bastante conhecido, Miles Teller e Michael Jordan e, como realizador, Tom Gormican.
Um filme bastante bom para pessoas que gostem de comédia e romance; um filme bastante interessante pela maneira como é representado.
Zac Efron, Miles Teller e Michael Jordan são três grandes amigos que decidem fazer uma promessa que só eles conhecem: nenhum deles poderá ter uma relação séria!
 O pior estará para vir...    

Francisco Rodrigues




                                                                     

O salvamento do João e da Maria




Numa bela tarde de verão, o João e a sua irmã Maria estavam a passear na praia quando ouviram uns barulhos de pessoas a gritar, vindos de uma rocha muito grande.
O João, como era mais corajoso e gostava muito de aventuras, foi investigar o que se passava e a sua irmã foi com ele, porque não queria ficar ali sozinha.
Quando lá chegaram, viram duas raparigas a pedir socorro e ajudaram-nas.
Mais tarde, foram para casa contar aos pais o que se tinha passado nessa tarde e eles ficaram muito orgulhosos com os filhos por terem ajudado as raparigas.
No dia seguinte,  pediram-lhes para irem ao minimercado da cidade comprar pão e leite.
Quando sairam de casa, viram, outra vez, as pessoas que tinham ajudado acompanhadas por  uns senhores muito suspeitos. Os dois irmãos foram atrás deles, para ver o que se passava de estranho, pois desconfiavam que aquelas raparigas podiam estar em perigo.
O grupo entrou numa mata densa, sombria, fria, escura e que tinha árvores que mais pareciam monstros assustadores! Os irmãos viram os homens suspeitos a amarrar as raparigas, materam-nas numa carrinha e arrancaram a grande velocidade.Assustados, sairam da mata a correr e foram chamar a polícia. O agente que os atendeu pediu-lhes para entrarem no carro patrulha e indicarem o local onde tinham visto o rapto.Decidiram seguir os rastos deixados pelos pneus da carrinha e foram ter a uma clareira onde havia uma casa abandonada.O polícia chamou reforços e conseguiram salvar as raparigas.
Os dois irmãos, contentes por terem salvado as duas raparigas, voltaram para casa e contaram a novidade aos pais.Os pais, ao ouvirem aquilo, ficaram muito felizes.
          
                                                         Bruna Moreno








               

domingo, 12 de outubro de 2014

Os transportes públicos


  Na minha opinião , os transportes públicos são um meio de transporte bom e fácil .
  Os transportes públicos apresentam algumas ou mesmo muitas vantagens , a saber: a deslocação torna-se mais rápida (em hora de ponta, se fosse de metro para Lisboa, ganharia mais tempo do que se fosse de carro); reduz a poluição devido ao menor número de carros na estrada (os barcos reduzem a poluição causada por 20 a 100 carros nas estradas ); o orçamento familiar fica mais leve, ou seja, com apenas um mês das taxas mensais de um carro pagam-se alguns meses em transportes .
  Porém , o recurso aos transportes públicos também tem algumas desvantagens, destacando-se o facto de os horários serem muito espaçados (por exemplo, tenho aulas à uma e vinte e só poderia apanhar um comboio ao meio dia e meia ou às duas e meia, pelo que teria de ir uma hora mais cedo ou uma hora mais tarde para a escola); o facto de existirem poucas paragens de autocarro (normalmente, encontram-se em ruas principais ou estão pouco assinaladas); e, frequentemente, quando os transportes estão completos, não havendo  ar condicionado,  há pouca ventilação  e é mais fácil a transmissão de doenças.
  Concluo que se deveriam fazer melhorias nos transportes públicos, mas continuam a ser um meio de deslocação fácil , seja ele autocarro, comboio, barco ou metro e, sobretudo,  não poluente. Por isso, andem mais de transporte públicos!

Daniel Morais

A ninfa da floresta




   Numa pequena floresta, vivia um rapaz chamado Carlos. Carlos era um jovem muito aventureiro e corajoso. Era alto e forte e passava os dias a explorar aquela floresta magnífica.
   Um dia, ele encontrou um sítio onde nunca tinha ido antes. Havia imensas árvores verdes e bonitas e, no centro, um lago com água cristalina. Perto do lago, estava uma pequena casinha.
   Carlos decidiu ir ver quem vivia lá.
   Mal se aproximou, a porta abriu-se e saiu de lá uma jovem. A jovem era muito bonita. Os seus olhos eram verdes como a relva e o seu cabelo era da cor do trigo.
   -Olá – disse o Carlos.
   -Olá – respondeu a jovem, um pouco assustada.
   -Nunca te tinha visto. Quem és tu? - perguntou ele, admirado.
   -Eu sou a ninfa desta floresta e tu?
   -Sou o Carlos e vivo nesta floresta há muito tempo e nunca te vi antes. – disse ele.
   -Pois… Eu não costumo estar em casa. Olha, está a ficar tarde. É melhor ires para casa… - aconselhou  a ninfa.
   -Está bem…Vejo -te amanhã? – questionou  o rapaz.
   -Talvez.
   O rapaz e a ninfa tornaram- se amigos inseparáveis e, a partir desse dia, iam todos os dias passear pela floresta. 

Dina Stratan