Era
uma vez uma menina, chamada Marisa, de cabelos castanhos e de olhos verdes, com
3 anos, que vivia com a mãe, chamada Andreia.
Certo
dia, Marisa recebeu um cão de presente de anos, chamado Max. Max era preto e
branco e tinha duas semanas.
Um
dia, a mãe perguntou:
-Filha,
queres ir passear o Max?
-Sim,
mãe, pode ser. Vou só buscar a trela e vamos – disse a filha, muito feliz.
Saíram
de casa e Marisa e a mãe foram passear o Max, ao pé da falésia.
De
repente, Max fugiu, porque viu um coelho a correr e foi atrás dele.
Muito
triste e assustada, Marisa vira-se para a mãe a chorar e diz:
-Mãe, agarra-o! Eu não
quero que ele fuja.
A
mãe, muito confusa por não saber o que fazer, começou a correr atrás do cão,
mas Max, de tão excitado que estava, não prestava atenção a mais nada e, ao
passar junto à falésia, escorregou e caiu, ficando preso num ramo.
Marisa,
depois de o cão ter caído, chorou muito e disse para a mãe, de cócoras e de
mãos nos olhos:
-Mãe,
telefona para os bombeiros!
Passado
algum tempo, chegaram os profissionais em escalar que tinham sido contactados
pelos bombeiros.
Quando
a Marisa viu os senhores, gritou:
-Mãe,
mãe, vêm ai os senhores. Vem rápido!
-Vou
agora. Espera!
A
mãe foi ter com os profissionais.
Depois
de terem ajudado o Max, um senhor reparou que o cão tinha uma pata partida. Então,
elas levaram-no para o veterinário.
O
veterinário chamou a mãe e a Marisa e disse:
-
O Max partiu a pata de trás, por isso vou de ter de o operar e depois vai ter
de usar uma tala.
-
Ok, muito obrigado - Disse a mãe.
Passados
dois dias, a mãe e a filha foram buscar o Max ao veterinário e levaram-no para casa.
Ele
ficou com a Marisa até ela ter 15 anos. A partir daí, a família não teve mais
nenhum problema.
Rita Alves
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