Numa bela tarde de verão, o João e
a sua irmã Maria estavam a passear na praia quando ouviram uns barulhos de
pessoas a gritar, vindos de uma rocha muito grande.
O João, como era mais corajoso e
gostava muito de aventuras, foi investigar o que se passava e a sua irmã foi
com ele, porque não queria ficar ali sozinha.
Quando lá chegaram, viram duas raparigas
a pedir socorro e ajudaram-nas.
Mais tarde, foram para casa contar aos pais o que se tinha passado nessa tarde e eles
ficaram muito orgulhosos com os filhos por terem ajudado as raparigas.
No dia seguinte,
pediram-lhes para irem ao minimercado da cidade comprar pão e leite.
Quando sairam de casa, viram, outra
vez, as pessoas que tinham ajudado acompanhadas por uns senhores muito
suspeitos. Os dois irmãos foram atrás deles,
para ver o que se passava de estranho, pois desconfiavam que aquelas raparigas
podiam estar em perigo.
O grupo entrou numa mata densa,
sombria, fria, escura e que tinha árvores que mais pareciam monstros assustadores! Os irmãos viram os homens suspeitos
a amarrar as raparigas, materam-nas numa carrinha e arrancaram a grande
velocidade.Assustados, sairam da
mata a correr e foram chamar a polícia. O agente que os atendeu pediu-lhes
para entrarem no carro patrulha e indicarem o local onde tinham visto o rapto.Decidiram seguir os rastos deixados
pelos pneus da carrinha e foram ter a uma clareira onde havia uma casa
abandonada.O polícia chamou reforços e conseguiram salvar
as raparigas.
Os dois irmãos, contentes por terem
salvado as duas raparigas, voltaram para casa e contaram a novidade aos pais.Os pais, ao ouvirem aquilo, ficaram
muito felizes.
Bruna Moreno
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