Era uma vez uma
jovem chamada Rita que era bastante arrogante, pois queria sempre que as coisas fossem
feitas à sua maneira; queria que todos ao seu redor fossem condescendentes com
os seus caprichos e, quando as coisas não saíam ao seu gosto fazia grandes
escândalos.
Ao fim do dia, após a escola, Rita estava a caminho de casa quando pisou qualquer coisa estranha.Baixou-se e apanhou-a. Era uma lata deformada com um formato muito interessante. Como não conseguia ver o fundo da lata, decidiu abaná-la para verificar se havia alguma coisa lá dentro, mas não ouviu nada e concluiu que deveria estar vazia. Quando estava prestes a atirá-la para o lixo, reparou que tinha escrito “Abra-me”. Pensou que era uma brincadeira, mas, mesmo assim, continuou com a lata na mão. Quando chegou a um recanto, olhou à sua volta, não viu ninguém e abriu-a.
Ao fim do dia, após a escola, Rita estava a caminho de casa quando pisou qualquer coisa estranha.Baixou-se e apanhou-a. Era uma lata deformada com um formato muito interessante. Como não conseguia ver o fundo da lata, decidiu abaná-la para verificar se havia alguma coisa lá dentro, mas não ouviu nada e concluiu que deveria estar vazia. Quando estava prestes a atirá-la para o lixo, reparou que tinha escrito “Abra-me”. Pensou que era uma brincadeira, mas, mesmo assim, continuou com a lata na mão. Quando chegou a um recanto, olhou à sua volta, não viu ninguém e abriu-a.
De dentro dela
saiu uma estranha criatura encantada que lhe disse que tinha direito a um
desejo; apenas um. Rita, muito contente, soube imediatamente o que iria pedir.
-Se é assim, quero ter o poder de realizar todos os meus
desejos, bastando para isso apontar e pedir.
-Que seja assim, mestre! – disse a criatura com um sorriso
irónico.
Rita correu para
casa, ansiosa por experimentar. Quando chegou a casa, deparou-se com o rapaz
por quem estava apaixonada. Então, disse:
-Apaixona-te por mim e nunca me deixes.
E assim foi.A
partir daquele dia, nunca a deixou sozinha.
Porém, com o tempo ficou farta daquela situação e desejou nunca mais ter um
desejo...
Catarina Veríssimo
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